“Por que não chamá-los de cuidadores da terra?”

Podemos, sim, denominar esse grupo de ATER, de “cuidadores da terra”. Juntamente com Agrônomos e Técnicos das Cooperativas e um grupo de assessoria e planejamento da Fecovinho e do Centro Ecológico, estão conseguindo implementar na Região da Serra um serviço de Boas Práticas na agricultura familiar. Essa iniciativa vai provocar uma bonita e necessária transformação na agricultura.

 

Contando com esse apoio, o grupo denominado de “famílias articuladoras”, estão semeando jeitos diferentes de organização e articulação das mudanças possíveis na produção para a sobrevivência da família rural serrana.

 

Nós, Igreja Diocesana de Caxias do Sul, estamos apoiando essa possibilidade histórica de um novo amanhã para a agricultura familiar. É por isso que nos somamos às Entidades Parceiras, não para substituir, nem para inventar coisas novas. Mas, para colaborar na evangelização desses serviços e para assessorar grupos de mulheres para o Bem Viver das famílias Cooperativadas e Sindicalizadas estamos empenhados na promoção de ações que proporcionem a organização dos jovens rurais, colaborando na identificação de caminhos para sua permanência na propriedade e na atividade agrícola.

 

Nossa participação nesse trabalho tem o sentido de colaborar com mobilização, sensibilização, no cultivo da mística e espiritualidade, com bases e fundamentações nos valores e princípios evangélicos. Estamos vivendo uma oportunidade histórica de uma mudança radical no modelo da agricultura familiar da Serra. Sejamos “cuidadores da terra”, para construirmos juntos essa transformação possível e presente.

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